começo essa crônica por, muitas vezes, ouvir de colegas a frase “acho que jamais encontrarei o amor” ou “vou morrer sozinho”. depois de certas decepções.
mas que amor é esse ao qual falamos?
o amor pode estar sentado em um banco, às 11h55 de uma tarde com previsão de chuva, com uma cara tímida, sem nunca ter te visto.
o amor pode estar sentado bem atrás de você em uma palestra.
o amor pode estar dormindo do outro lado do mundo, enquanto você acorda para começar o dia.
mas o amor definitivamente está onde você se sente amado e valorizado.
numa mesa de bar com seus amigos.
num café, conversando sobre a vida e todas as possibilidades com a sua amiga enquanto comem bolo.
ou ao se preparar para um evento importante, espalhando maquiagens por todo canto, com o seu grupo de amigas.
o amor pode estar naquela carona que seu irmão te deu quando você pediu, mesmo vocês se estranhando ás vezes.
no lanche favorito que seu pai te preparou, só por saber que você gosta.
nas flores que alguém te deu, só por saber que são suas favoritas.
naquela despedida tão dolorosa de alguém que está indo viajar, sem uma nova data de encontro.
até mesmo, no bom dia sorridente do atendente do café, ás 6h de um dia longo pela frente.
a vida sempre foi, e sempre será, rodeada de amor
nós só precisamos aprender a enxergá-lo quando a vida nos mostra, mesmo que não seja no nosso tempo, ou da forma que esperávamos.
o amor está em tudo, todos os dias. só precisamos valorizar aqueles que nos dão esse amor.

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